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Dálmatas e Chinese Crested Dog

sexta-feira, 29 de junho de 2012

FILHOTES DE WESTIE


Esta galerinha esta cada dia mais esperta
A cadelinha maiorzinha é a Kayla, filha da Diana com o Nick. Os outros três bebês são filhos da Arwen com o Chronos.
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quinta-feira, 28 de junho de 2012

APRUMOS : CERTO X ERRADO


É  comum, especialmente entre criadores, ouvirmos a expressão " este animal tem uma ótima estrutura" ou "este cão tem aprumos corretos".
Todavia a  maioria das pessoas aceita tal tipo de comentário sem compreender ao certo o seu significado. O aspecto geral dos membros  de sustentação , tais como posição das patas, arqueamento de joelhos, etc, são conhecidos como aprumos. Neste texto vou tentar de forma simplificada explicar a diferença entre o certo e o errado com relação aos a aprumos e conformação dos membros anteriores e posteriores em cães.

Os principais defeitos podem ser divididos em duas categorias:
- Desvios altos ou desvios proximais ou desvios totais
- Desvios baixos ou desvios distais ou desvios parciais

1- Membros Anteriores
Os defeitos proximais serão aqueles cuja origem  está mais próxima ao corpo, ou seja estão relacionados a problemas na articulação escápulo-umeral (na região conhecida popularmente como "ombro"). São considerados desvios totais pois alteram a estrutura da pata como um todo.

Existem dois tipos de desvios totais:



- Animais abertos de frente  - são aqueles que apresentam deslocamento dos membros anteriores, de modo que se traçarmos uma linha imaginária saindo da articulação escápulo-umeral até o chão perceberemos que esta passará medialmente ao membro.

- Animais fechados de frente são também considerados como portadores de um desvio total pois o problema tem origem na articulação do ombro. Os membros anteriores são deslocados medialmente.



Os desvios parciais também podem ser de dois tipos:
- Joelhos cambaios - é também chamados de cotovelos fechados. Neste caso o deslocamento medial do joelho vai se refletir na região digital. Se traçarmos uma linha imaginária a partir da articulação escapulo-umeral (ombro) esta passará lateralmente ao joelho e apresentará um desvio medial em relação aos pés.

- Cotovelos esquerdos - neste caso há um deslocamento lateral do cotoovelo levando a um pequeno desvio na posição das "mãos" (região digital) que ficará voltada para dentro (medialmente). Se traçarmos uma linha saindo da articulação escapulo-umeral esta tocará o membro na sua face medial.

2- Membros Posteriores










Tal como observado nos membros anteriores os desvios podem ser classificados como "totais"  ou "parciais" .




- O deslocamento medial do joelho acarreta uma maior abertura da região distal e observa-se que o animal não tem paralelismo entre o calcâneo e os dedos, apoiando o chão com os dedos  voltados lateralmente (para fora). Este tipo de desvio é considerado um desvio parcial ou distal e é conhecido como jarrete de vaca.

- Um segundo tipo de desvio parcial ocorre quando há um deslocamento medial da região plantar (os dedos ficam voltadoss para dentro e os joelhos ligeiramente voltados para fora.

- Os desvios totais são mais dificeis de serem visualizados. Tanto o deslocamento medial quanto ou deslocamento lateral dos membros anteriores tem origem na articulação coxo-femural (na bacia).


 As causas destes problemas podem ser de origem genética ou devido a erros na criação durante o desenvolvimento do filhote (fase de crescimento).
Animais muito obesos , que praticam poucos exercícios e vivem confinados em espaços pequenos,especialmente em pisos lisos estão mais predispostos a desenvolver problemas articulares.
Em contrapartida , animais subnutridos tambem podem apresentar problemas de crescimento e desenvolvimento.
Manter os comedouros e bebedouros altos, caminhar na areia e na grama, fazer exercícios dentro d'água são formas de fortalecer a musculatura e forçar o animal a permanecer numa postura correta.
Pequenos cuidados durante a infância podem fazer uma grande diferença.


sexta-feira, 22 de junho de 2012

DISPLASIA COXO FEMURAL




A displasia coxo femural é um problema de desenvolvimento que acomete principalmente cães de  raças de grande porte, bem alimentados e de crescimento rápido.  O problema ocorre devido a um encaixe imperfeito entre a cabeça do fêmur e o acetábulo (depressão existente na bacia onde ocorre o encaixe do osso femural).

Geralmente a doença já nasce com o animal, sendo de caráter hereditário (transmissível geneticamente) logo cães que apresentem a patologia não devem reproduzir.
Ambos os sexos são igualmente afetados ou seja não há predisposição sexual para o surgimento da doença.

Ao nascer as articulações ainda não estão bem formadas e portanto só é possível se obter um diagnóstico definitivo quando o animal completar 2 anos de idade.
O problema é geralmente bilateral (ou seja acomete ambos os lados do quadril) mas casos unilaterais também podem ocorrer.

Algumas raças como rotweiller, pastor alemão, labrador, golden retriever são acometidas com maior freqüência. Apesar de ter porte grande o problema é raro em dobernmans, em contrapartida cães da raça poodle apresentam a patologia com freqüência  elevada. Os bons criadores, que criam com seriedade e buscam o aprimoramento da raça devem submeter todos os seus cães a exame radiológico ao completarem 2 anos para verificar se são ou não portadores do problema.

A radiografia deve ser feita seguindo alguns critérios para que se possa ter um diagnóstico preciso.
O animal deve ser mantido em decúbito dorsal e deverá ser previamente anestesiado ou submetido a sedação profunda  para que possa ser posicionado de tal forma que não deixe dúvidas ao se dar o laudo do exame.

De acordo com a Federação Cinológica Internacional e o Colégio Brasileiro de Radioloigia, o animal poderá ser classificado de A até E de acordo com a intensidade do problema.
Grau – A – animal sem displasia
Grau - B – animal suspeito
Grau – C – displasia leve
Grau – D – displasia moderada
Grau – E – displasia grave (necessita de tratamento cirúrgico)

A melhor forma de evitar a doença é não acasalando animais que tenham graus C, D ou E. Apenas animais A e B estão aptos para reprodução.
Além disso alguns outros cuidados podem ser tomados como por exemplo:
- não manter filhotes em pisos muito lisos
- evitar sobrepeso (animais muito gordos) – especialmente na fase de crescimento
- fornecer uma alimentação balanceada e  de boa qualidade
- exercícios dentro d’agua, a  partir de 3 meses de idade ajuda a fortalecera musculatura sem causar danos a articulação.

domingo, 17 de junho de 2012

FILHOTES DE WESTIE - NINHADA L


Meus branquelos, filhos da Arwen e do Chronos.
O rapazinho de verde ficou com medo da câmera e se escondeu a maior parte do tempo (kkk)
Os outros dois ficaram meio desconfiados mas resolveram colaborar.

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sexta-feira, 8 de junho de 2012