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Dálmatas e Chinese Crested Dog

sábado, 15 de novembro de 2014

ZAFIRA E A BEBÊ WESTIE


Filhotinha de westie terrier disponível
Ela é filha do Cauê e portanto irmã da nossa querida Alice - esta menina promete.
Com um temperamento tranquilo e alegre esta garotinha cativa todos que a conhecem

sexta-feira, 7 de novembro de 2014

SPITZ ALEMÃO MINIATURA (LULU DA POMERÂNIA)



Os Spitz são cães pertencente ao grupo 5 (cães de tipo primitivo) por conservarem várias características em comum com os lobos tais como, formato de focinho, orelhas eretas e cauda longa.
De acordo com o tamanho são reconhecidas 05 variedades:
- sptiz alemão anão (também chamado de "lulu da pomerânia")
- sptiz alemão pequeno
- spitz alemão médio
- spitz alemão grande
- spitz alemão gigante

A sua origem é um pouco incerta, são raças antiquíssimas e há quem acredite que sejam raças naturais ou seja que tenham surgido naturalmente, não sendo oriundas de nenhuma outra raça canina conhecida.

Os "Lulus" ou "Poms" (Spitz Alemão Anão) são os menores membros da família dos spitz e talvez os mais populares.  Eles  possuem entre seus antepassados os resistentes puxadores de trenó e só receberam o nome de "lulu da pomerânia" quando chegaram a Inglaterra oriundos da região da Pomerânia na Alemanha.

Sua expansão no mundo ocidental se deve principalmente a realeza britânica. Os primeiros cães da raça chegaram na bagagem da Rainha Charlotte, esposa de George III.
Embora os Lulus tenham sido reconhecidos pelo English Kennel Club (Kennel Club da Inglaterra) em 1870, sua popularidade só aumentou anos mais tarde, graças a Rainha Victoria. Seu aspecto de bichinho de pelúcia, aliado ao seu comportamento afetuoso e cativante fez com que a raça rapidamente ganhasse espaço nas cortes européias.

Diversas personalidades de destaque, em diversas épocas, mantiveram Lulus como animais de estimação, entre eles, Michelangelo (1475-1564), cujo cão o acompanhava durante as pinturas da Capela Sistina, Mozart (1756-1791) tinha uma femea de nome Pimper e chegou a escrever uma composição em sua homenagem. Alguns anos depois, Chopin (1810-1849) criou a valsa "Valse de petit chiens" e a dedicou a sua Lulu.

Em 1900, os lulus foram reconhecidos pela AKC e os criadores começaram a dar preferencia por exemplares menores e mais coloridos (os poms da Rainha Victoria eram maiores e cinzas)

Depois de conhecer e ter uma aula sobre estes fofuxos não podia deixar de compartilhar estas informações com vocês. Obrigada Rafael, (Canil Life Kingdom) pela oportunidade.

domingo, 2 de novembro de 2014

FILHOTE DE WESTIE TERRIER



Linda filhotinha de westie disponível - excelente temperamento, ótimo pedigree.

mais informações (21) 999 22 95 49

terça-feira, 21 de outubro de 2014

SAUDADES





Descanse em paz meu amor .
Você foi minha companheira durante 12 anos. A cadela mais gentil que já conheci. Nunca vou te esquecer.

Rayra Guia de Pacobaíba
( 01 de outubro de 2002 - 21 de outubro de 2014)


quinta-feira, 4 de setembro de 2014

BRUCELOSE CANINA


A  Brucelose é uma doença infecciosa causada por bactérias do gênero Brucella.

A infecção por Brucella canis em cães compromete principalmente o sistema reprodutivo mas pode acometer outros órgãos, especialmente olhos e disco vertebral, com sinais clínicos de uveíte e discoespondilite. Há relatos de animais que apresentaram osteomielite, dermatite, meningoencefalite e glomerulo-nefropatia, porém são raros.

Apesar de ser uma doença venérea, a  forma de transmissão mais comum é por ingestão ou inalação de aerossóis provenientes de material abortado ou secreções vaginais. Animais castrados e virgens podem ser contaminados se tiverem contato com fômites contaminados  com material de aborto, urina, secreções vaginais  ou sêmen.
Grande quantidade de microorganismos é eliminada no sêmen, principalmente durante as primeiras 6 a 8 semanas após a infecção, mas a liberação persiste por 60 semanas a 2 anos.  A urina é uma importante forma de transmissão, especialmente nos machos.
A Brucella canis também pode ser transmitida verticalmente por via transplacentária ou durante a lactação.

O aborto, com cerca de 45 dias de gestação é o sinal clínico observado com maior frequência e em geral é o motivo para que o proprietário procurar orientação de um médico veterinário. Todavia, a morte fetal pode ocorrer em qualquer estágio gestacional e a morte embrionária precoce é em geral despercebida e interpretada como falha na concepção. Há relatos de cadelas que parem normalmente porém os neonatos morrem alguns dias após o nascimento.
Em machos, a doença se manifesta  inicialmente provocando aumentos de escroto e epidídimo e leva a infertilidade

DIAGNÓSTICO
O diagnóstico pode ser confirmado através de exame sorológico e de PCR.

TRATAMENTO
Além do uso de antibióticos específicos a castração é essencial. Entretanto, a castração não exclui totalmente a possibilidade do animal permanecer como fonte de infecção para outros cães e humanos e por isso muitos veterinários recomendam a eutanásia dos animais positivos.




segunda-feira, 1 de setembro de 2014

EXAMES DE DNA EM CÃES


Esta semana estive conversando sobre a importância de se realizar exames de DNA em futuros reprodutores e logo em seguida me peguei refletindo sobre o lado filosófico de tal procedimento.

Exames de DNA são extremamente úteis na identificação de doenças hereditárias. É a maneira mais precisa e confiável de se identificar animais positivos para genes responsáveis por doenças generativas tais como: atrofia progressiva de retina (PRA) mielopatia degenerativa, síndrome de Falconi, leucodistrofia de células globóides, lepofuscinoise ceróide neuronal, encefalopatia neonatal, etc.

Cada uma destas doenças se manifesta em algum estágio da vida e muitos são imperceptíveis em animais filhotes e jovens.

Vou usar como exemplo o PRA, que descrevi com detalhes em postagem anterior. De acordo com a literatura consultada o problema é irreversível e incurável e uma vez que os sintomas começam a se manifestar o animal vai perdendo gradativamente a visão até ficar completamente cego. É uma doença que acomete cães adultos e que há casos de só se manifestar após 3- 4 anos de idade.
Se considerarmos que animais de canis em geral começam a vida reprodutiva por volta de 1 a 2 anos de idade, é possível que este animal tenha mais de uma ninhada antes que o proprietário perceba o problema. Se ambos os pais forem portadores as chances dos filhotes nascerem com o problema são muito altos.
Para fins didáticos chamarei de portador o cão heterozigoto, que possui o gene mas que nunca irá desenvolver a doença devido a seu caráter recessivo, e chamarei de doente o cão  homozigoto recessivo que irá desenvolver a doença
Pensando em termos matemáticos teremos:
cão 1  (+/+) x  cão 2 (+/+) - 100%  doentes
cão 1  (+/-)  x  cão 2 (+/+) - 50%  doentes ,  50% portadores
cão 1  (+/-)  x  cão 2 (+/-)  - 25 %  doentes  , 50% portadores , 25% saudáveis
cão 1  (-/-)   x  cão 2  (+/+) - 100% portadores
cão 1  (-/-)   x  cão 2  (+/-)  - 50% portadores e 50% saudáveis
cão 1  (-/-)   x  cão 2 (-/-)   - 100% saudáveis

Olhando o esquema acima acho que fica bastante óbvio o quanto é importante o conhecimento da genética dos cães antes de sairmos cruzando.

Contudo confesso que tenho um pouco de medo das consequências deste conhecimento. No que concerne a gerações futuras não há o que se discutir mas e com relação dos animais testados que se classificarem como doentes?
Eu me pergunto se o proprietário ao saber do problema continuaria a amar o seu animal ou simplesmente o rejeitaria por achar que o mesmo "não poderá dar lucro" ou porque simplesmente não deseje ter uma animal "aleijado" dentro de casa.

Em anos de convivência com proprietários e criadores, tenho visto e ouvido tantas histórias bizarras que confesso não saber o que pensar. Já vi tantas pessoas chegando na clínica e pedindo para sacrificarem seus animais por motivos tão banais...
Vejo tantas pessoas dizendo que querem eutanasiar seus animais simplesmente porque não tem mais tempo para cuidar e ou porque o mesmo já está velho e não serve mais para guarda. Sei que parece loucura mas é uma realidade que tenho que presenciar com certa frequência na clínica e que sempre me revolta.

Fica aqui então a minha pergunta: considerando todas as vantagens e riscos, você é a favor ou contra o exame de DNA em cães de companhia?

domingo, 31 de agosto de 2014

CÃO DE CRISTA CHINÊS - GENÉTICA DE PELAGENS


Chineses são coloridos e apresentam uma grande gama de combinações de cores e pelagens que são determinadas por uma ampla variedade de genes.

Os mamíferos apresentam dois tipos de melanina em sua pelagem: eumelanina e feomelanina. A interrelação destes dois pigmentos é que determinará qual a coloração da pelagem em um cão.

A eumelanina é escura. A cor entretanto pode variar um pouco devido a variações nas proteínas que formam a estrutura do grânulo. A forma base da eumelanina é preta mas esta também pode aparecer marrom (chamados de fígados ou chocolates) ou cinza azulado dependendo da presença de alguns genes que afetam na manifestação da cor (fenótipo).

A feomelanina é vermelha. As cores podem variar do creme claro através de tons de amarelo, castanho, vermelho até o mogno.

Há uma série de genes que irão determinar a extensão e a localização de cada pigmento assim como a forma que irão se expressar.


Locus A (agouti)
É um locus padrão, composto por vários alelos, responsável pela distribuição dos pigmentos. Os genes presentes neste locus irão influenciar as proporções de feomelanina e eumelanina em cada fio e na pelagem como um todo.
Ay - castanho - neste  caso teremos uma variação do creme ao amarelo e ao vermelho, com as pontas mais escuras
Aw- pelagem selvagem (wild) - pelagem amarelada ou avermelhada com as pontas pretas
At - pelagem bicolor (black and tan ou brown and tan). Quando presente junto o gene S teremos uma pelagem tricolor.
a/a - pelagem recessiva - preta

pelagem black/tan - presença do gene At


pelagem preta a/a
(foto: Kennel Lucksorius) 

pelagem tricolor - combinação dos gene S com o gene At 
(foto: Priscila Bussarelo - Skyrim Kennel)




Locus B (black / brown)
O gene B (preto) é dominante, porém a forma como se apresentará irá ser influenciada por outros genes. Animais b/b (homozigotos recessivos) tem coloração fígado e se acasalados entre si nunca irão gerar filhotes pretos. A coloração fígado (marrom) será uma variação da eumelanina.

pelagem fígado - bb
(foto: Luksorius Kennel)



Locus E (extension)
Irá determinar a extensão do pigmento ou seja como ele irá se expressar.
(E) extensão normal - neste caso a extensão total do pigmento será determinada pelos locus A e B.
(e) extensão amarela - também conhecido como e/e vermelho. Restringe o aparecimento do pigmento preto. Isto acontece pois este gene apenas influencia a eumelanina, não impedindo a expressão da feomelanina. Deste modo podemos ter um cão de pelagem creme ou amarelada que contenha o gene B em conjunto com os genes e/e  em seu genótipo e que portanto poderá ter filhotes tanto cremes como pretos.




Locus K (dominant black)
K - cor preta dominante. A expressão do gene B é dominante sobre o gene A. O cão terá pelagem preta ou fígado ou azul.
k -  este alelo permite a expressão de outras cores e padrões (as outras cores não são "escondidas" pela cor escura dominante). Animais homozigotos recessivos (k/k)  podem apresentar uma ampla variedade de pelagens.

cor preta dominante 
presença dos genes B e K




Locus D (dilution)
É um gene "diluidor", ou seja, cães que apresentem este gene serão cinzas ou azuis (se tiverem o gene para preto) ou serão cremes/dourados.
O gene diluidor (d) afeta principalmente a eumelanina gerando cães azuis pela diluição da pelagem preta (Bb ou BB) e cães "isabella" pela diluição da pelagem fígado (bb). A feomelanina é pouco afetada e neste caso observa-se apenas um leve clareamento
O gene d também interfere na coloração de olhos e trufa (nariz).

genes dd interferem na cor de olhos e trufa
(foto: internet)

presença do gene dd em um cão com gene B resulta na pelagem azul
(foto - internet)







Locus G (progressive greying with age
Nos animais que apresentam o gene dominante G a pelagem irá clareando com a idade (antes da senilidade). Este clareamento poderá ocorrer logo após o nascimento ou após um determinado período (semanas ou meses). Em geral este clareamento ocorre até os dois anos de idade porém em alguns casos poderá ocorrer durante toda a vida do animal.
Por ser um gene dominante G indica clareamento (greying) e gg não clareia (not greying).
O locus G, assim como o locus D,  afeta a eumelanina (preto e fígado). Entretanto, ao contrário do locus D, os genes G não afetam a cor do olhos ou do nariz. O gene é progressivo logo o animal nascerá preto ou fígado e ira á clareando aos poucos) e pode ocorrer em toda pelagem ou em partes dela (tons diferentes de cinza podem ocorrer em partes do corpo, e alguns locais podem inclusive permanecerem com a cor original preta ou fígado)

clareamento com a idade (G dominante gene)
Foto: Priscilla Bussarelo (canil Skyrim)







Locus S (Spoting)
Determina a distribuição do branco pelo corpo.
As marcas brancas podem ocorrer em combinação com qualquer cor e irão "cobrir" tanto a eumelanina quanto a feomelanina. Tecnicamente é conhecida como epistasia. Deste modo qualquer cão pode ter marcas brancas, seja ele preto, azul, fígado, tigrado, creme ou até merle.
O gene s impede as células de produzirem pigmento tanto na pele quanto no pêlo
Deste modo teremos
S = ausência de branco
sp sp = "piebold"- em geral produz uma cabeça colorida (com focinho branco ou colorido) e manchas pelo corpo
S sp = são os chamados  pseudo-mantados. Se assemelham aos  "mantados verdadeiros" mas apresentam maior quantidade de branco.
si si = " "irish spoting" - são os cães conhecidos como mantados.

(obs. apesar do padrão da raça indicar que todas as cores podem ocorrer não tenho conhecimento de nenhum exemplar da raça que apresente a pelagem merle -locus M)

pelagem tipo "piebold"
(foto: internet)





Locus T (Ticking)
 O gene T  determina a presença de pintas nas áreas brancas da pelagem. As pintas são ocasionadas pela presença do gene dominante T. Cães homozigotos recessivos (t/t) não apresentarão pintas.

Locus T - presença de pintas

sexta-feira, 29 de agosto de 2014

MAUS TRATOS CONTRA ANIMAIS


A Lei n. 9.605/1998 determina que a pena para quem praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais é de três meses a um ano e multa.

Veja o artigo 32 dessa lei:
Art. 32. Praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos:
Pena – detenção, de três meses a um ano, e multa.
§ 1º – Incorre nas mesmas penas quem realiza experiência dolorosa ou cruel em animal vivo, ainda que para fins didáticos ou científicos, quando existirem recursos alternativos.
§ 2º – A pena é aumentada de um sexto a um terço se ocorrer morte do animal.

segunda-feira, 25 de agosto de 2014

ATROFIA PROGRESSIVA DE RETINA


A atrofia progressiva de retina (em inglês Progressive Retinal Atrophy = PRA) é uma doença hereditária autossômica recessiva, de caráter degenerativo que acomete ambos os olhos e leva a cegueira. A doença pode ocorrer em qualquer raça mas é observada com maior frequencia em cães das raças Setter, Labrador Retriever, Poodle, Cocker Spaniel, Cão de Crista Chinês, Collie e Pastor de Shetland.
Nos chineses observa-se um tipo específico de degeneração de retina denominada PRCD ("progressive rod cone degeneration").

A doença se manifesta em animais adultos jovens, entre 1 e 5 anos de idade. Por ser uma patologia hereditária, os cães que são positivos e/ou portadores do gene não devem ser reproduzidos. A doença não tem cura, os animais positivos vão gradativamente perdendo a visão até ficarem completamente cegos. Por ser recessiva, alguns animais podem ser portadores do gene mas não manifestarem a doença, ou seja podem transmitir o problema para seus descendentes mas nunca ficarão doentes.

Inicialmente ocorre a perda da visão noturna (nictalopia) seguida de perda gradativa da visão diurna pois há o acometimento primeiramente dos bastonetes e depois dos cones. Há no início uma dificuldade de estabelecer padrões de luz e o cão pode perder-se na própria casa quando as luzes são apagadas.

Para confirmação do diagnóstico,  recomenda-se a realização de uma eletrorretinografia. Embora o ERG seja um procedimento não invasivo, a sedação é indicada para se reduzir interferências elétricas e artefatos de movimento. A luz para estimulação é colocada perto do olho e as respostas são gravadas usando 3 eletrodos. O eletrodo ativo (da gravação) é acoplado a uma lente de contato colocada na córnea. Os outros 2 eletrodos são colocados na pele para reduzir a interferência elétrica.
Para a detecção precoce ou para avaliação de doenças hereditárias dos fotorreceptores, o protocolo envolve um teste amplo dos cones e bastonetes, baseado em suas características fisiológicas diferentes.

É possível também se identificar os animais doentes e os portadores através de exame de DNA (prcd-PRA test).

Apesar de incurável, alguns estudos mostram que é possível reduzir os sintomas e até mesmo reduzir significativamente a progressão desta através de suplementação alimentar específica. Deste modo, o diagnóstico antes mesmo do animal apresentar os primeiros sintomas seria muito útil por permitiria a ação de medidas preventivas.

sábado, 23 de agosto de 2014

LUPUS ERITEMATOSO



O Lupus é uma doença imunomdiada (auto imune) e podemos observar 03 variações da doença:
- lupus eritematoso discóide (LED)
- lupus eritematoso sistêmico (LES)
- lupus eritematoso cutâneo vesicular (LECV)


O Lupus Eritematoso Discóide é uma patologia relativamente comum em cãeS e rara em gatos. É considerada como uma variação benigna do LES. Os principais sintomas são: despigmentação nasal, escamação, lesões ulceradas e crostas. Estas lesões ocorre geralmente na cabeça e podem envolvr lábios, focinho, região periocular (pálpebras, contorno nos olhos) e orelhas.


lesões escamativas na trufa em cão com Lupus Eritematoso Discóide
Fonte: internet 

Despigmentação nasal em cão com LED
fonte: internet



O Lupus Eritematoso Sistêmico é a forma mais grave e agressiva da doença. É uma doença que pode acometer cães, gatos e raramente cavalos. A doença é observada com maior frequencia em cães das raças: beagle, collie, pastor de shetland e poodle.
O LES é um distúrbio multissistêmico  no qual anticorpos contra proteínas específicas de tecidos (hipersensibilidade tipo II) e deposição de imunocomplexos (hipersensibilidade tipo III) acarretam danos em diferentes órgãos. Mecanismos do tipo V (hipersensibilidade tardia) também podem contribuir para o dano tecidual.

Os sintomas mais comumente observados são:
- febre (100%)
- edema na articulação na poliartrite não erosiva (91%)
- manifestações dermatológicas (60%)
- sinais de insuficiência renal (vômitos, poliúria, polidpsia, proteinúria)
- linfoadenomegalia periféria
- lesões de pele

Os sintomas cutâneos são inespecíficos. As lesões, multifocais ou difusas, incluem erosões, úlceras, escamas, alopecia (perda de pêlos), crostas e escoriações. Qualquer parte do corpo pode ser acomeida contudo são mais observadas na face e extremidades (patas, caudas e orelhas).
O diagnóstico é feito através de biopsia de pele e o prognóstico é reservado.


O Lupus Eritematoso Cutâneo Vesicular é uma patologia também conhecida sob a denominação de adermatose ulcerativa vesicular de cães das raças Collie e Pastor de Shetland.
A patogênese exata não é bem conhecida. As lesões primárias são vesiculas e bolhas que surgem, em geral no verão, após a exposição a radiação ultravioleta do sol e são muitas vezes confundidas com dermatose solar (queimaduras de sol). Lesões secundárias incluem ulcerações especialmente nas áreas com poucos pêlos (vrilhas,axilas, barriga, face medial da coxa) e podem progredir para orelhas, boca e coxins. Infecções secundárias por bactérias e/ou fungos ocorrem com frequencia, deixando os animais mais debilitados e predispostos a sepse.


Por serem imunomediadas, recidivas são comuns e o paciente deverá ter acompanhamento veterinário para o resto da vida. Entretanto, se tratados corretamente muitos animais conseguem conviver com a doença por muitos anos.

quinta-feira, 14 de agosto de 2014

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

FELIZ ANIVERSÁRIO RAYRA


Hoje minha Rayrinha está completando 12 anos e não podia deixar de homenageá-la.

São 12 anos de carinho, amizade, companherismo e alegria. Espero ainda poder compartilhar com você muitos momentos, pois não importa se eu estou bem ou mal, você sempre está ali, ao meu lado, me dando seu carinho e me fazendo sorrir.

Desejo a você, minha velhinha linda e muito amada, muita saúde e alegria.


terça-feira, 29 de julho de 2014

FILHOTES ÓRFÃOS - PARTE 2

foto: internet

Os primeiros três dias de vida são os mais críticos. Filhotes que nasceram com problemas genéticos graves ou que nasceram muito abaixo do peso em geral morrem neste período. Os que passam desta fase tem grande chance de ficarem bem se receberem uma assistência adequada.

Na primeira semana de vida as maiores causas de morte são hiportemia (frio) e hipoglicemia. Neonatos não tem capacidade de regular a temperatura corporal adequadamente, portanto é preciso fornecer calor mas deve-se ter cuidado de não esquentar demais ao ponto de ocasionar queimaduras na pele frágil do filhote.
Colchões térmicos são perigosos pois costumam esquentar demais. Uma alternativa é colocar o colchão térmico em baixo de um colchonete fino ou de um cobertor de modo que não fique em contato direto com a pele. Outra opção são as bolsas de água quente (também envoltas em uma toalha ou edredon). Se não possuir uma destas bolsas em casa pode-se adaptar utilizando-se luvas de borracha cheias de água ou uma garrafa pet de refrigerante. Deve-se ficar atento para que as "bolsas" sejam periodicamente trocadas e reaquecidas.
Se o filhote estiver gelado, seu metabolismo não é mantido, o intestino irá parar de funcionar e virá a óbito por hiportermia.

Um erro comum é se alimentar um filhote com leitinho morno para ajudar a esquentar. Se a temperatura do filhote estiver baixa o intestino e o estômago não funcionam e o leite, portanto, não é digerido e fermenta gerando cólicas e gases. Os gases quando em grande quantidade causam expansão do estômago e pressão sobre o diafragma provocando dificuldade respiratória. O esforço para respirar juntamente com a dor levarão este animalzinho a óbito.
Antes de fornecer alimento, certifique-se que o filhote encontra-se com a temperatura corporal normal (se tiver dificuldade de avaliar, utilize um termômetro clínico e verifique a temperatura retal). Se o filhote estiver "geladinho' aqueça-o como foi descrito acima e somente depois disso o alimente.

A hipoglicemia é a segunda maior causa de morte. Neonatos não tem "reservas" de "açúcar" no seu organismo e por isso não podem ficar muito tempo sem ingerir alimento. As mamadas devem ocorrer a cada 2 horas, especialmente nas raças de pequeno porte (cães de grande porte conseguem suportar um intervalo máximo de 3horas, mas não é o ideal)
O espaço entre as mamadeiras irá aumentar a medida que o filhote for crescendo e ganhando peso.
Por experiência própria eu sugiro o seguinte esquema:
1a semana - intervalo de 2 horas
2a semana - intervalo de 3 horas
3a semana - intervalo de 4 horas

Deve-se ter bom senso para se adaptar o esquema acima de acordo com as necessidades indivíduais de cada filhote, as condições clínicas destes ao nascimento e a raça. Em alguns casos o intervalo supracitado deverá ser reduzido.

Outro ponto de extrema importância é a estimulação do filhote após cada mamada, para eliminação de fezes e urina. A cadela lambe a cria constantemente para estimular os seus bebês. Você deverá mimetizar tal atitude massageando delicadamente, com um algodão umedecido em água morna, a barriga, a região da vulva (nas fêmeas) e o ânus.
O filhote deverá defecar no mínimo 4x por dia e urinar após cada mamada. Se isso não ocorrer procure imediatamente uma veterináriio de sua confiança.

Deve-se ter em mente que quando se trata de um recém nascido tudo deve ser considerado como emergência. Postergar uma avaliação veterinária ou um tratamento em um neonato é reduzir em até 90% suas chances de sobrevivência!

segunda-feira, 28 de julho de 2014

FILHOTE DE DÁLMATA - AKIRA


Esta linda cadelinha de pintas fígado se chama Alana. Ela nasceu dia 15 de junho e é filha da nossa grande campeã Jasmina of Avalon Land com o portuga Nikolas. 

Com um ar doce e sapeca é impossível não se apaixonar por este menina. 




Ela será entregue vermifugada, vacinada, microchipada, com registro de pedigree e contrato de garantia . 
Maiores informações e reservas ligue (21) 9 9922 9549
ou mande uma mensagem para 
canilavalonland@yahoo.com.br 



terça-feira, 15 de julho de 2014

FILHOTE DE WESTIE TERRIER





Linda feminha de west highland terrier nascida dia 18 de junho de 2014.

Esta doce menininha é filha do nosso querido Cauê com a Isabeau e está aprendendo a dar seus primeiros passinhos.

Maiores informações

sexta-feira, 11 de julho de 2014

NINHADA DE WESTIE TERRIER


Filhotes de west Highland
Pai - Cauê ARJV
Mãe - Isabeau Serra Verde Imperial



Temos ainda uma lilnda feminha disponível. Excelente pedigree.
Ela será entregue vacinada, vermifugada, com registro de pedigree, microchip e contrato de garantia.
Entregamos em todo Brasil

Maiores informações ligue (21)9 99229549


quinta-feira, 5 de junho de 2014

FILHOTES DE DÁLMATA - SKYE E SALLY



Estas duas simpáticas e alegres meninas ainda se encontram disponívies. Elas completam 90 dias nesta sexta feira, já se encontram vacinadas e vermifugadas.






Maiores informações ligue (21) 9 9922 9549 
ou mande um email para 
canilavalonland@yahoo.com.br 


terça-feira, 13 de maio de 2014

10 COISAS QUE VOCÊ PRECISA SABER ANTES DE COMPRAR UM CHINESE


01 - No que concerne ao tipo de pelagem, existem três variações da raça: powder puffs (peludos), hairy hairless (pelados com crina) e true hairless (pelados verdadeiros). É possível se ter as três variedades em uma mesma ninhada

02 - No quesito estrutura temos dois "tipos físicos' aceitos pelo padrão:  "cobby type" de ossatura mais pesada e "deer type" mais leves e de ossatura mais fina.

03 - Cães "puff" precisam ser escovados pelo menos 2 vezes por semana

04 - Cães hairless precisam de cuidados constantes com a pele, como o uso de filtro solar, banhos frequentes, hidratante, etc. Por terem a pele exposta, se expostos ao sol forte podem desenvolver queimaduras graves e portanto é preciso ficar sempre atento. Logo se deseja um cão para ficar largado no quintal o dia todo, não compre um chinese

05 - chineses são cães de ossatura leve e por isso são frágeis. Não são adequados para crianças pequenas pois podem facilmente quebrar uma pata se forem jogados no chão ou tratados com brutalidade (especialmente quando filhotes)

06-  São cães que se adaptam bem em apartamentos mas que adoram correr.

07- cravos e espinhas são problemas comuns em cães hairless (pelados) e é necessário um cuidado especial para se manter o problema ausente ou sob controle. Se você não quer ter trabalho para cuidar da pele, não compre um cão pelado .

08 - os chineses são cães carentes e carinhosos e precisam da companhia de pessoas ou de outros animais para não se sentirem deprimidos e solitários. Se você ou sua família fica o dia todo fora de casa e você não possui e nem pretende ter um outro cão, não compre um chinese!

09 - Se você deseja um cão de pequeno porte extremamente carinhoso, que gosta de colo, calmo e alegre, um chinese atenderá perfeitamente suas expectativas pois é uma criaturinha doce e cativante.

10 - filhotes gostam de brincar, fazem xixi fora do lugar, destroem coisas e por isso precisam de mais paciência e atenção que um cão adulto até aprenderem o que podem e não podem fazer. Se você é o tipo de pessoa que quer sua casa sempre muito bem arrumada, e não tem paciência : compre um cachorro de pelúcia!



segunda-feira, 12 de maio de 2014

SUL FLUMINENSE DOG SHOW



Sábado, dia 10 minha menina Ohanna of Avalon Land retornou as pistas na exposição do Sul Fluminense Kennel Club.

Ohanna foi 2x melhor da raça, e conquistou 3 CAC, 2 CACPAB, além de uma reserva de grupo.

Minha menina agora é Campeã Brasileira e Campeã Panamericana

Estou muito feliz e agradeço ao handler Adrian Fernandes,que a treinou e apresentou, e aos juízes Paulo da Mata, Maria da Glória Espejo e Juan Castilho (Argentina) pela premiação concedida.

Meu muito obrigada também a todos os amigos que me incentivaram e me ajudaram a chegar até aqui.

terça-feira, 6 de maio de 2014

FILHOTES ÓRFÃOS - PARTE I



Cuidar de cãezinhos recém nascidos pode parecer impossível mas não é. Entretanto, se você resolver efetuar tal tarefa terá que dispor de uma boa dose de paciência e dedicação quase total.

Alguns pontos merecem ser avaliados antes de se entrar em desespero:
1- os filhotes mamaram colostro?
2 - O que houve com a mãe dos filhotes?
3 - qual a idade dos bebês?
4 - qual o estado de saúde dos bebês?

Com base nas respostas das perguntas supra-citadas poderemos avaliar quais as chances de sobrevivência deste cãezinhos.

1)
O colostro é rico em anticorpos e deve ser ingerido nas primeiras 48 horas de vida. Fornecer colostro para filhotes com idade superior a 2 dias não tem sentido algum, pois após este período eles não tem mais a capacidade de absorver estes anticorpos.
Os anticorpos absorvidos no colostro ajudarão os filhotes a se manterem imunes a várias doenças durante cerca de 4 ou 5 semanas. A não ingestão do colostro reduz significativamente a chance de sobrevivência.

2)
O que ocorreu com a mãe? Houve óbito da cadela ou ela simplesmente rejeitou a cria?
Se houve óbito, qual a causa? Foi uma morte acidental ou decorrente de uma infecção?
No caso de morte não acidental é importante que a causa seja investigada por um veterinário para se avaliar se houve contaminação dos filhotes.

3)
Quanto mais jovens forem, maiores serão os cuidados necessários. O fato de se ter bebês muito jovens ou neonatos não é, entretanto, sinônimo de fracasso.  Com carinho e dedicação (e orientação de um veterinário) é possível se cuidar de recém-nascidos e ter filhotes fortes e saudáveis.

4)
Este talvez seja o ponto mais decisivo e um veterinário com experiência em pediatria é de grande importância.
Filhotes saudáveis, com bom peso, se tratados corretamente, irão crescer e se desenvolver normalmente.
Filhotes muito fracos, muito abaixo do peso, ou doentes necessitarão de cuidados especiais e de muito mais dedicação do proprietário, além é claro, de acompanhamento veterinário.
Filhotes muito fracos, inicialmente, não terão força para sugar o leite e podem precisar ser alimentados por meio de uma sonda oro-gástrica. Em alguns casos, fluidoterapia por via endovenosa ou intra-óssea deverá ser instituída (filhotes muito novos e neonatos não absorvem bem o soro por via subcutânea ou peritoneal)
Como saber se um filhote está desidratado? Identificar desidratação em neonatos é relativamente simples: o focinho e a pele da barriga devem ser róseas ou ligeiramente avermelhada, tons de vermelho, roxo ou vinho indicam desidratação e um veterinário deve ser consultado com urgência.


Consulte sempre um(a)  médico(a) veterinário(a) de sua confiança !

segunda-feira, 5 de maio de 2014

FILHOTES DE DÁLMATA - BRINCADEIRAS

Said - sempre cheio de pose


Said - meu menino mais "zen"


Sally fazendo amizade com a Charlotte (chinese)



ops, tem uma coisa preta no meu sorvete de flocos - kkkkkk
Minha doce e alegre Zafira e os pintados 


Zafira e Summer (frente), Said (sentado) e Sophie (fundo)



Selena



Queria saber qual foi o segredo que o Summer tava contando para sua irmã Saori - rsrs



Skye - tem como não se apaixonar por este olhar?



Skye - minha gordinha dengosa 



Samurai 

Sherlock Holmes, Selena e Sophie (da esquerda para direita)


Informações sobre filhotes ligue (21) 9 9922 9549
ou mande uma mensagem para canilavalonland@yahoo.com.br